VOCABULÁRIO DO PEÃO
Abeia braba -> Peão fraco, que não consegue ficar em cima do animal.Aguado -> Animal que não pula na montaria.
Ajeitado -> Bonito, boa pinta.
Apelo -> Algum tipo de falta cometida pelo peão na montaria.
Apurrinhado -> Touro ou cavalo bom para rodeio.
Baixeiro -> Manta/protetor de tecido usado entre o dorso do animal e o arreio.
Barreira -> Fita que delimita o início da prova e que não pode ser "queimada".
Berrante -> Instrumento feito de chifre de boi com detalhes em couro. Emite sons agudos e graves, que a cada toque é uma senha: avisa a hora do almoço, toque de perigo e orienta o sinoeiro.
Bicharedo -> Pessoa legal.
Bitelo -> Boa pinta, também pode significar algo grande.
Boqueta -> Coisa ruim.
Brete -> Local onde ficam confinados os animais antes da prova e onde são preparados para montaria.
Bruaca -> Mala de couro, estilo baú, na qual as comitivas levam sues mantimentos e talheres.
Cabeceira -> Peão bom de montaria.
Cancha -> Contar vantagem.
Caneca de dente -> Caneca com bordas serrilhadas, usadas apenas para pegar água. Estas serrilhas são propositalmente feitas para que impeçam as pessoas de levarem a caneca à boca.
Carregado -> Quem usa roupa country com muitas franjas e bordas.
Cavalo veiaco -> Cavalo de difícil montaria.
Cavalo xucro -> Animal selvagem, que não dá doma.
Cê é um raio né! -> Você é rápido.
Cernelha -> Parte do animal selvagem entre a crina e o dorso.
Chaiene -> Mulher bonita.
Chaparreira -> Calça de couro com franjas usadas pelo peão por cima do jeans durante a montaria.
Chique até -> Pessoa bem vestida ou algo bem bonito.
Chique no "úrtimo" -> Algo muito bom.
Coiote -> Copinho de cabaça para tomar pinga.
Comitiva -> Grupo de peões que antigamente levava o gado das fazendas para os frigoríficos.
Consolação -> Cachê pago ao peão.
Corda americana -> Corda usada para envolver o touro.
Corote -> Tonel de madeira para colocar a pinga.
Crioulo -> Estilo gaúcho de montar, não usando arreio e segurando apenas na crina do cavalo.
Cumpa -> Vem de compadre, pessoa amiga.
Cutiano -> Instrumento de couro usado para montaria, que também dá nome a um estilo de montaria.
Dar febre -> Incomodar, dar trabalho e preocupação.
Dirrubada -> Rodeio muito ruim.
Duro de boi -> Peão bom.
Escorpião no bolso -> Peão pão-duro.
Espritado -> Pessoa agitada. Pode ser usado também para cavalos e bois.
Estribo -> Lugar onde o peão coloca os pés.
Fantasma -> Peão medroso, que tem medo do animal.
Fervo -> Festa das boas.
Ginete -> Nome dado aos peões.
Ginetiada -> Ato de montar e esporear
Guampo -> Cinto de couro com várias partes para colocar utensílios.
Ir pro Goiás -> O mesmo que levar um calote.
Jogar pedra nas pombinhas -> O mesmo que levar um calote.
Lagarta de algodão -> Termo usado quando o cowboy quase se machuca durante a montaria.
Loro -> Correia onde se prende o estribo.
Madrinheira(a) -> Pessoa responsável pelo resgate dos competidores na arena após a montaria.
Mala-de-louco -> Peão que não tem estilo, mas que consegue parar no animal.
Manta -> Bife grosso.
Mofete -> Pessoas chatas, malas.
Moiá as palavras -> Tomar cachaça.
Negar pulo -> Quando o animal empaca no meio da arena, se recusa a pular.
Palhaço salva-vidas -> Profissional que fica distraindo os animais na arena após a montaria dos peões.
Pamonha -> Premiação do rodeio.
Peia -> Corda usada para amarrar o animal.
Peiteira -> Apóia no peito do animal para equilíbrio do peão.
Peseiro -> Quando o peão laça o animal pelo pé.
Pialo -> Tombo.
Pito -> Saliência da parte dianteira da sela western, onde se amarram os laços, ponto de apoio do laço na parte posterior da sela.
Polaco -> Sinos de metal colocados no touro para irritá-lo.
Queixo -> (duro e ou queixudo) Animal que não atende aos comandos das rédeas (correia para comandar as cavalgadas).
Sedém -> Cinta que se amarra na virilha do animal, de crina e pêlo, provocando cócegas e fazendo que ele pule.
Sedém no talo -> Calça jeans bem apertada.
Sinueiro -> Boi experiente que comanda a manada, esperto, chefe da tropa.
Tá no náilon -> Paquera bem sucedida.
Tem base? -> Dá pra acreditar?
Traiado ou "na traia" -> Adepto de roupa country legítima e completa.
Trempe -> Chapa de fogão dobrável usada nas comitivas.
Tropa -> Grupo de cavalos e touros de aluguel para os rodeios.
Tropeiro -> Dono das tropas.
Vazar na braquiária -> Ir embora.
O locutor Zé do Prato
fez história no rodeio brasileiro
Com talento indiscutível, humildade e credibilidade ele fez com que o Brasil passasse a amar e respeitar o rodeio.
“Seguuuuuura, peão!”. A frase, eternizada nas milhares de festas de peão de todo o país, foi uma criação de José Antônio de Souza, carinhosamente conhecido pelos amigos como Zé do Prato ou Anjo Negro do Rodeio.
Natural de Regente Feijó, ele viveu em Piracicaba por vários anos e dali se projetou nacionalmente. Num tempo em que as festas não possuíam megaestruturas, ele encantava o público simplesmente com sua voz e carisma se tornando o precursor da locução com trilha sonora. Sua história está preservada no Museu Nacional Zé do Prato, na Estância Casa de Pedra, na rodovia Piracicaba-Charqueada, no bairro Santa Luzia, em Charqueada.
Devoto de Nossa Senhora, Zé do Prato tornou-se locutor de rodeios depois de ter passado por uma rádio em sua cidade natal, Regente Feijó. Na falta de recursos tecnológicos, ele andava com um gravador de fita K-7 a tiracolo, um arcaico microfone e duas cornetas, que durante as apresentações de rodeio eram improvisadas ao redor da arena.
Tradicionalmente, fazia a abertura com a oração da Ave Maria e arrancava lágrimas dos presentes com seus versos improvisados. Numa atitude corajosa, ele desbravou rincões Brasil afora e colecionou medalhas, prêmios, troféus e principalmente amigos. Mas Zé do Prato deixou as arenas repentinamente, viveu apenas 43 anos e morreu de infecção generalizada, em 27 de janeiro de 1992. Depois de sua morte, a esposa Áurea Bonfíglio procurou pela prefeitura de Regente Feijó para doar o acervo de troféus e pertences pessoais de Zé do Prato, mas se deparou com a falta de recursos financeiros da administração pública.
Sem essa possibilidade, ela sonhou em ver o museu em Piracicaba, mas os trâmites legais fizeram com que ela desistisse. Foi durante uma visita de Áurea à amiga de infância Salete Antonelli que surgiu a ideia de abrigar o museu no sítio em Charqueada. Atualmente o espaço possui 200 peças catalogadas no Ministério da Cultura, conforme consta no ofício de 5 de setembro de 1997, afixado em um canto do museu. “Um dos maiores presentes para mim foi o fato de Brasília ter reconhecido isso aqui como patrimônio histórico. E eu tomei este cuidado para que a memória do Zé do Prato seja preservada no futuro. A gente nunca sabe como vai ser o dia de amanhã e a geração futura precisa manter isso aqui”, cita Salete, amiga da esposa de Zé do Prato que ajudou na preservação dos objetos do locutor. No museu estão cinzeiros, microfones, mesa de som com 12 canais, fivelas, botas, cintos e agenda que mostram a importância do locutor.
“O Zé do Prato foi o maior astro que este rodeio já teve. Ele ganhou muito dinheiro com o rodeio. Recordo-me que certa vez a revista Veja fez uma reportagem comentando que o seu salário era maior que o do Gugu do SBT. Seu nome também foi parar no Guiness Book (o Livro dos Recordes).” Entre os objetos preservados estão três imagens de Nossa Senhora Aparecida.
De acordo com Salete, a devoção pela santa era tamanha que Zé do Prato andava com duas imagens em miniatura (que guardava no bolso do paletó e da calça) e outra um pouco maior que ficava sempre na mala de viagem e que depois era posicionada na cabeceira da cama de onde estivesse hospedado.
A TRAJETÓRIA: Mesmo que muitas pessoas não conheçam a história do anjo negro das arenas e dos microfones, sua história está eternizada na história do rodeio brasileiro. A começar pelo rito sagrado da oração Ave Maria celebrada em todas as festas ou pelo grito “seguuuuura peão!”, adotado por 100 entre 100 locutores. Não bastasse isso, seu nome hoje está presente em uma rua na cidade paulista de Colina, no estádio municipal e centro esportivo de Regente Feijó, sua terra natal, no recinto de rodeio de Águas de São Pedro, e até mesmo na ponte sobre o rio Piracicaba, conhecida como Ponte do Shopping.
No Mato Grosso do Sul, em Cassilândia, foi construída uma estátua em sua homenagem, no portal de entrada do recinto de rodeio da cidade. De acordo com o portal da prefeitura daquele município, sua última narração aconteceu em 1991 e ele foi um dos primeiros locutores a atuar na festa.
Conforme aponta o site da Equipe Marcos Rodeio, Zé do Prato foi coroinha na Igreja Matriz de Regente Feijó, trabalhou na lavoura quando pequeno, em uma auto elétrica e participou da fanfarra da escola em que estudava. Como tocava prato, recebeu o apelido, já que existiam também outros Josés na formação. Seu primeiro emprego como locutor foi na rádio Difusora de Regente Feijó (AM 1580 kHz), onde desempenhava a função de sonoplasta e que lhe permitiu que ensaiasse um palavreado como locutor sertanejo, brincando sempre como se estivesse fazendo um programa.
Até que um dia surgiu a oportunidade de fazer um programa e Zé do Prato começou a apresentar o programa sertanejo Ranchinho da Amizade. Anos mais tarde, foi eleito vereador de sua cidade (entre 1973 e 1977).
Segundo Valter Bonfíglio, foi a partir dos anos 80 que o nome de Zé do Prato ganhou projeção nacional. A história contada por Bonfíglio, parceiro de muitos anos do locutor, é que em 1979, durante a Festa do Peão de Barretos (a última narrada por Zé do Prato, de apenas três), eles se conheceram. “Eu me aproximei da cabininha de locutor e disse que queria conversar. Mas como o Zé estava de saída para participar do filme `Estrada da Vida’, com o Milionário e José Rico, essa conversa só aconteceu em Avaré, dias depois”, rememora.
Naquela ocasião, Zé do Prato pertencia a Cia. Rodeios Marca Estrela, de propriedade do conterrâneo Jorge dos Santos. Um ano depois, o locutor vem para Tanquinho participar da festa de peão e a união Jorge do Santos na tropa, equipamentos de áudio de Chiquito Som e Bonfíglio nos fogos de artifício. “Unimos tudo e começamos a percorrer o Brasil”, diz Bonfiglio.
No começo da jornada, o trajeto de Zé do Prato e Bonfíglio acontecia num antigo Corcel 2, que por incrível que pareça sobreviveu aproximadamente por cinco anos a estradas de terra e em mão única. “Depois ele ganhou um pouco mais de fama e já contratou um motorista particular. E também aprimorou o sistema de som. Até 1980 a aparelhagem era péssima, usavam um toca-fitas de pilha, que era pendurado por uma alça ao braço. Depois vieram as caixas de som, as mesas que o ajudou muito, melhorando cada vez mais sua voz.”
Segundo Bonfíglio, Zé do Prato era uma pessoa carismática com o público, por isso conquistou todos por onde passou. Era uma espécie de profeta dos rodeios. “Ele dizia que se um dia a televisão entrasse nos rodeios, eles perderiam sua essência. E isso acontece hoje, as festas de peão viraram shows, as pessoas não frequentam por causa da montaria ou pela locução, mas por causa das atrações.
Zé dizia que queria parar antes de ver isso acontecer e que seu sonho era parar no auge, e ele conseguiu”, completa Bonfiglio. Por Rodrigo Alves Hoje, após 19 anos sem ouvi-lo dizer: “Ô barbaridade quem tem amor, tem saudade” muitos ainda se inspiram e suspiram ao ouvir seu nome e agradecem ao Zé do Prato a dignidade que o rodeio possui.
Devoto de Nossa Senhora, Zé do Prato tornou-se locutor de rodeios depois de ter passado por uma rádio em sua cidade natal, Regente Feijó. Na falta de recursos tecnológicos, ele andava com um gravador de fita K-7 a tiracolo, um arcaico microfone e duas cornetas, que durante as apresentações de rodeio eram improvisadas ao redor da arena.
Tradicionalmente, fazia a abertura com a oração da Ave Maria e arrancava lágrimas dos presentes com seus versos improvisados. Numa atitude corajosa, ele desbravou rincões Brasil afora e colecionou medalhas, prêmios, troféus e principalmente amigos. Mas Zé do Prato deixou as arenas repentinamente, viveu apenas 43 anos e morreu de infecção generalizada, em 27 de janeiro de 1992. Depois de sua morte, a esposa Áurea Bonfíglio procurou pela prefeitura de Regente Feijó para doar o acervo de troféus e pertences pessoais de Zé do Prato, mas se deparou com a falta de recursos financeiros da administração pública.
Sem essa possibilidade, ela sonhou em ver o museu em Piracicaba, mas os trâmites legais fizeram com que ela desistisse. Foi durante uma visita de Áurea à amiga de infância Salete Antonelli que surgiu a ideia de abrigar o museu no sítio em Charqueada. Atualmente o espaço possui 200 peças catalogadas no Ministério da Cultura, conforme consta no ofício de 5 de setembro de 1997, afixado em um canto do museu. “Um dos maiores presentes para mim foi o fato de Brasília ter reconhecido isso aqui como patrimônio histórico. E eu tomei este cuidado para que a memória do Zé do Prato seja preservada no futuro. A gente nunca sabe como vai ser o dia de amanhã e a geração futura precisa manter isso aqui”, cita Salete, amiga da esposa de Zé do Prato que ajudou na preservação dos objetos do locutor. No museu estão cinzeiros, microfones, mesa de som com 12 canais, fivelas, botas, cintos e agenda que mostram a importância do locutor.
“O Zé do Prato foi o maior astro que este rodeio já teve. Ele ganhou muito dinheiro com o rodeio. Recordo-me que certa vez a revista Veja fez uma reportagem comentando que o seu salário era maior que o do Gugu do SBT. Seu nome também foi parar no Guiness Book (o Livro dos Recordes).” Entre os objetos preservados estão três imagens de Nossa Senhora Aparecida.
De acordo com Salete, a devoção pela santa era tamanha que Zé do Prato andava com duas imagens em miniatura (que guardava no bolso do paletó e da calça) e outra um pouco maior que ficava sempre na mala de viagem e que depois era posicionada na cabeceira da cama de onde estivesse hospedado.
A TRAJETÓRIA: Mesmo que muitas pessoas não conheçam a história do anjo negro das arenas e dos microfones, sua história está eternizada na história do rodeio brasileiro. A começar pelo rito sagrado da oração Ave Maria celebrada em todas as festas ou pelo grito “seguuuuura peão!”, adotado por 100 entre 100 locutores. Não bastasse isso, seu nome hoje está presente em uma rua na cidade paulista de Colina, no estádio municipal e centro esportivo de Regente Feijó, sua terra natal, no recinto de rodeio de Águas de São Pedro, e até mesmo na ponte sobre o rio Piracicaba, conhecida como Ponte do Shopping.
No Mato Grosso do Sul, em Cassilândia, foi construída uma estátua em sua homenagem, no portal de entrada do recinto de rodeio da cidade. De acordo com o portal da prefeitura daquele município, sua última narração aconteceu em 1991 e ele foi um dos primeiros locutores a atuar na festa.
Conforme aponta o site da Equipe Marcos Rodeio, Zé do Prato foi coroinha na Igreja Matriz de Regente Feijó, trabalhou na lavoura quando pequeno, em uma auto elétrica e participou da fanfarra da escola em que estudava. Como tocava prato, recebeu o apelido, já que existiam também outros Josés na formação. Seu primeiro emprego como locutor foi na rádio Difusora de Regente Feijó (AM 1580 kHz), onde desempenhava a função de sonoplasta e que lhe permitiu que ensaiasse um palavreado como locutor sertanejo, brincando sempre como se estivesse fazendo um programa.
Até que um dia surgiu a oportunidade de fazer um programa e Zé do Prato começou a apresentar o programa sertanejo Ranchinho da Amizade. Anos mais tarde, foi eleito vereador de sua cidade (entre 1973 e 1977).
Segundo Valter Bonfíglio, foi a partir dos anos 80 que o nome de Zé do Prato ganhou projeção nacional. A história contada por Bonfíglio, parceiro de muitos anos do locutor, é que em 1979, durante a Festa do Peão de Barretos (a última narrada por Zé do Prato, de apenas três), eles se conheceram. “Eu me aproximei da cabininha de locutor e disse que queria conversar. Mas como o Zé estava de saída para participar do filme `Estrada da Vida’, com o Milionário e José Rico, essa conversa só aconteceu em Avaré, dias depois”, rememora.
Naquela ocasião, Zé do Prato pertencia a Cia. Rodeios Marca Estrela, de propriedade do conterrâneo Jorge dos Santos. Um ano depois, o locutor vem para Tanquinho participar da festa de peão e a união Jorge do Santos na tropa, equipamentos de áudio de Chiquito Som e Bonfíglio nos fogos de artifício. “Unimos tudo e começamos a percorrer o Brasil”, diz Bonfiglio.
No começo da jornada, o trajeto de Zé do Prato e Bonfíglio acontecia num antigo Corcel 2, que por incrível que pareça sobreviveu aproximadamente por cinco anos a estradas de terra e em mão única. “Depois ele ganhou um pouco mais de fama e já contratou um motorista particular. E também aprimorou o sistema de som. Até 1980 a aparelhagem era péssima, usavam um toca-fitas de pilha, que era pendurado por uma alça ao braço. Depois vieram as caixas de som, as mesas que o ajudou muito, melhorando cada vez mais sua voz.”
Segundo Bonfíglio, Zé do Prato era uma pessoa carismática com o público, por isso conquistou todos por onde passou. Era uma espécie de profeta dos rodeios. “Ele dizia que se um dia a televisão entrasse nos rodeios, eles perderiam sua essência. E isso acontece hoje, as festas de peão viraram shows, as pessoas não frequentam por causa da montaria ou pela locução, mas por causa das atrações.
Zé dizia que queria parar antes de ver isso acontecer e que seu sonho era parar no auge, e ele conseguiu”, completa Bonfiglio. Por Rodrigo Alves Hoje, após 19 anos sem ouvi-lo dizer: “Ô barbaridade quem tem amor, tem saudade” muitos ainda se inspiram e suspiram ao ouvir seu nome e agradecem ao Zé do Prato a dignidade que o rodeio possui.
Fonte: site super Bull Brasil
História do Rodeio
Depois de vencer a guerra contra o México no século XVII, Os colonos norte-americanos acabaram adotando costumes de origem espanhola. As festas mexicanas e a doma foram o começo. Depois veio o rodeio, que pegou o rumo das fazendas de gado no Centro-Oeste
Em 1869, a cidade de Colorado sediou a primeira prova de montarias em sela, no Deer Trail. Ranchos e fazendas, em ambientes parecidos com filmes de faroeste, serviam de cenários para provas espontâneas. Comum a todos os vaqueiros, tais " diversões " testavam habilidades típicas como o "bronc" que testa a montaria e o laço. Entre 1890 e 1910, o rodeio surgiu como entretenimento público, em vários eventos do Oeste, celebrações de julho e as convenções pecuárias.
O Rodeio veio a ser reconhecido como um esporte competitivo durante as primeiras décadas do vigésimo século. Eventos anuais atraíram audiências regionais e concorrentes ao longo do Oeste. Em meados de 1920, campeonato em Boston e na Cidade de Nova Iorque estavam atraindo a atenção em um âmbito nacional para o novo esporte.
Os Promotores e os Tropeiros
O Rodeio saltou de esporte de vaqueiro a entretenimento público pelos esforços dos promotores. No espírito de empresários do Espetáculo do Oeste Selvagem, estes homens viram a oportunidade de fazer do rodeio um grande evento americano. A visão deles/delas e a habilidade organizacional, ajudaram a popularizar o rodeio além das fronteiras americanas. Hoje, tais promotores individuais foram substituídos em grande parte por comitês locais de rodeio.
Uma parte integrante de rodeio do rodeio do século vinte, são os tropeiros que provêem os cavalos e touros que são essenciais ao esporte. Os tropeiros devem ser homens de negócios, sãos enérgicos, como também são excelentes juizes de gado. Hoje, há quase cinqüenta tropeiros que provêem animais vivos para o mais de 600 rodeio sancionados pela PRCA nos Estados Unidos a cada ano
Organização
Fundada em 1929, a Associação de Rodeio da América (RAA- Rodeo Association of America) era um corpo de gerentes e promotores que trouxeram estrutura para programação de rodeio. O RAA sancionou eventos, juizes selecionados e prêmios de bolsa estabelecidos e sistemas de ponto para determinar os campeões gerais. Desde 1946 a organização agiu como a Associação de Rodeio Internacional (IRA - International Rodeo Association).
Concorrentes do rodeio permaneceram independentes e desorganizados até 1936, quando um grupo robusto formou a Cowboys Turtle Association (CTA), durante uma greve em Boston no Campeonato Mundial. O CTA buscou prêmios maiores, juizes competentes e aplicação de regras uniformes ao longo do sistema de rodeio. Em 1945 o CTA se tornou a Associação de Cowboys de Rodeio (RCA - Rodeo Cowboys Association), e era associada a Associação Profissional de Cowboys de Rodeio (PRCA - Professional Rodeo Cowboys Association) em 1975.
Profissionalismo
Entre 1950 e 1970, houve um crescimento das organizações trazendo profissionalismo para o rodeio. A formação da National Intercollegiate Rodeo Association (NIRA) em 1948 foi a base para expansão do rodeio as novas gerações de cowboys. A criação da NFR - Final Nacional de Rodeio em 1959 fez com que o campeonato se tornasse mais profissional pois os 15 cowboys de cada modalidade tem que participar de inúmeros circuitos regionais para conquistarem pontuação suficiente para concorrerem a premiação final.
Durante os anos cinqüenta, com uma melhor administração, maior atenção das mídia de esporte e aumento do número de eventos , prêmios e freqüência, trouxeram mudanças dramáticas para o rodeio. Com tais incentivos, muitos cowboys surgiram " no circuito ", exercendo a atividade em tempo integral e evoluíram de artistas ocasionais à atletas profissionais de destaque nacional.
O Rodeio continuou se organizando pelos anos cinqüenta. Publicações da associação, como a Hoofs and Homs e The Buckboard ajudaram a criar uma identidade comum entre o esporte e muitos participantes. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos dos grandes cowboys se alistaram as forças armadas. Porém, o esporte continuou como um capital patriótico que eleva o evento em defesa do esforço de guerra. A prática do rodeio, e as regras para seu uso, continuaram sendo refinadas.
O Rodeio
Rodeio é uma prática recreativa que consiste em permanecer por até oito segundos sobre um animal, usualmente um cavalo ou boi. A avaliação é feita por dois árbitros cuja nota é de 0 a 50 cada; um árbitro avalia o competidor e o outro avalia o animal, totalizando a pontuação de 0 a 100. O rodeio divide-se em algumas modalidades, tais como "touro, cutiano, bareback, bulldoging, três tambores, sela americana, laço de bezerro e laço em dupla". A prática é bastante comum no Brasil, nos Estados Unidos, no México, no Canadá na Austrália e em mais alguns países da América do Sul. O rodeio também é alvo de críticas, sustentando que a prática desrespeita os direitos animais.
Curiosidades do Rodeio
Estima-se que os rodeios sejam seguidos por um público de de cerca trinta milhões de aficionados, que acompanham os inúmeros festivais realizados. A maior festa de rodeio no Brasil, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, chega a reunir mais de 300 mil pessoas e movimentos milhões de reais em diversos setores. Mesmo com as inúmeras críticas que o evento recebe, diversos artistas patrocinam e se apresentam todos os anos não apenas em Barretos, mas também nas diversas festas que ocorrem noutras cidades do interior dos estados brasileiros, principalmente em Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
No Brasil o rodeio está regulamentado pelas leis nº 10.220/2001 que institui normas gerais relativas à atividade de peão de rodeio, equiparando-o atleta profissional e a lei nº 10.359/1999 que dispõe sobre normas a serem observadas na promoção e fiscalização da defesa sanitária animal quando da realização de tais eventos.
Fonte: site Mundo do Rodeio.
História do Rodeio
Depois de vencer a guerra contra o México no século XVII, Os colonos norte-americanos acabaram adotando costumes de origem espanhola. As festas mexicanas e a doma foram o começo. Depois veio o rodeio, que pegou o rumo das fazendas de gado no Centro-Oeste
Em 1869, a cidade de Colorado sediou a primeira prova de montarias em sela, no Deer Trail. Ranchos e fazendas, em ambientes parecidos com filmes de faroeste, serviam de cenários para provas espontâneas. Comum a todos os vaqueiros, tais " diversões " testavam habilidades típicas como o "bronc" que testa a montaria e o laço. Entre 1890 e 1910, o rodeio surgiu como entretenimento público, em vários eventos do Oeste, celebrações de julho e as convenções pecuárias.
O Rodeio veio a ser reconhecido como um esporte competitivo durante as primeiras décadas do vigésimo século. Eventos anuais atraíram audiências regionais e concorrentes ao longo do Oeste. Em meados de 1920, campeonato em Boston e na Cidade de Nova Iorque estavam atraindo a atenção em um âmbito nacional para o novo esporte.
Os Promotores e os Tropeiros
O Rodeio saltou de esporte de vaqueiro a entretenimento público pelos esforços dos promotores. No espírito de empresários do Espetáculo do Oeste Selvagem, estes homens viram a oportunidade de fazer do rodeio um grande evento americano. A visão deles/delas e a habilidade organizacional, ajudaram a popularizar o rodeio além das fronteiras americanas. Hoje, tais promotores individuais foram substituídos em grande parte por comitês locais de rodeio.
Uma parte integrante de rodeio do rodeio do século vinte, são os tropeiros que provêem os cavalos e touros que são essenciais ao esporte. Os tropeiros devem ser homens de negócios, sãos enérgicos, como também são excelentes juizes de gado. Hoje, há quase cinqüenta tropeiros que provêem animais vivos para o mais de 600 rodeio sancionados pela PRCA nos Estados Unidos a cada ano
Organização
Fundada em 1929, a Associação de Rodeio da América (RAA- Rodeo Association of America) era um corpo de gerentes e promotores que trouxeram estrutura para programação de rodeio. O RAA sancionou eventos, juizes selecionados e prêmios de bolsa estabelecidos e sistemas de ponto para determinar os campeões gerais. Desde 1946 a organização agiu como a Associação de Rodeio Internacional (IRA - International Rodeo Association).
Concorrentes do rodeio permaneceram independentes e desorganizados até 1936, quando um grupo robusto formou a Cowboys Turtle Association (CTA), durante uma greve em Boston no Campeonato Mundial. O CTA buscou prêmios maiores, juizes competentes e aplicação de regras uniformes ao longo do sistema de rodeio. Em 1945 o CTA se tornou a Associação de Cowboys de Rodeio (RCA - Rodeo Cowboys Association), e era associada a Associação Profissional de Cowboys de Rodeio (PRCA - Professional Rodeo Cowboys Association) em 1975.
Profissionalismo
Entre 1950 e 1970, houve um crescimento das organizações trazendo profissionalismo para o rodeio. A formação da National Intercollegiate Rodeo Association (NIRA) em 1948 foi a base para expansão do rodeio as novas gerações de cowboys. A criação da NFR - Final Nacional de Rodeio em 1959 fez com que o campeonato se tornasse mais profissional pois os 15 cowboys de cada modalidade tem que participar de inúmeros circuitos regionais para conquistarem pontuação suficiente para concorrerem a premiação final.
Durante os anos cinqüenta, com uma melhor administração, maior atenção das mídia de esporte e aumento do número de eventos , prêmios e freqüência, trouxeram mudanças dramáticas para o rodeio. Com tais incentivos, muitos cowboys surgiram " no circuito ", exercendo a atividade em tempo integral e evoluíram de artistas ocasionais à atletas profissionais de destaque nacional.
O Rodeio continuou se organizando pelos anos cinqüenta. Publicações da associação, como a Hoofs and Homs e The Buckboard ajudaram a criar uma identidade comum entre o esporte e muitos participantes. Durante a Segunda Guerra Mundial, muitos dos grandes cowboys se alistaram as forças armadas. Porém, o esporte continuou como um capital patriótico que eleva o evento em defesa do esforço de guerra. A prática do rodeio, e as regras para seu uso, continuaram sendo refinadas.
Os anos cinqüenta são conhecidos como a " Idade Dourada de Rodeio " porque os grandes campeões, como Jim Shoulders, Casey Tibbs, Bill Linderman e Harry Tompkins dominaram o esporte. Em recentes décadas, os ranchos de treinamento, como os realizados por Jim Shoulders e Larry Mahan, contribuíram ao desenvolvimento e performance de atletas de rodeio profissionais.
O profissionalismo crescente, sucesso e altos prêmios no rodeio criaram uma " nova raça de cowboys" que são bem-viajados e bem-educados, articuladores e empreendedores. Como acontece com outros atletas profissionais, os cowboys de rodeio passaram a se preocupar com a condição física e medicina no esporte moderno, para poder manter a competitividade e suportar uma longa temporada no ano.O Rodeio
Rodeio é uma prática recreativa que consiste em permanecer por até oito segundos sobre um animal, usualmente um cavalo ou boi. A avaliação é feita por dois árbitros cuja nota é de 0 a 50 cada; um árbitro avalia o competidor e o outro avalia o animal, totalizando a pontuação de 0 a 100. O rodeio divide-se em algumas modalidades, tais como "touro, cutiano, bareback, bulldoging, três tambores, sela americana, laço de bezerro e laço em dupla". A prática é bastante comum no Brasil, nos Estados Unidos, no México, no Canadá na Austrália e em mais alguns países da América do Sul. O rodeio também é alvo de críticas, sustentando que a prática desrespeita os direitos animais.
Curiosidades do Rodeio
Estima-se que os rodeios sejam seguidos por um público de de cerca trinta milhões de aficionados, que acompanham os inúmeros festivais realizados. A maior festa de rodeio no Brasil, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, chega a reunir mais de 300 mil pessoas e movimentos milhões de reais em diversos setores. Mesmo com as inúmeras críticas que o evento recebe, diversos artistas patrocinam e se apresentam todos os anos não apenas em Barretos, mas também nas diversas festas que ocorrem noutras cidades do interior dos estados brasileiros, principalmente em Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Paraná, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.
No Brasil o rodeio está regulamentado pelas leis nº 10.220/2001 que institui normas gerais relativas à atividade de peão de rodeio, equiparando-o atleta profissional e a lei nº 10.359/1999 que dispõe sobre normas a serem observadas na promoção e fiscalização da defesa sanitária animal quando da realização de tais eventos.
Fonte: site Mundo do Rodeio.
Turma da velha guarda..rsssss. .... essa é pra gente rir muitooooo!!!(não se escandalizerm com algumas expressões.... fazer o quê???)
TE ATUALIZA AI, VÉIO(A)!As mudanças dos anos 70/80 para os dias de hoje:
Antes era: Agora é: creme rinse condicionador obrigado valeu é complicado é foda collant body rouge blush ancião e coroa véi bailinho e discoteca balada japona jaqueta nos bastidores making off cafona brega programa de entrevistas talk-show reclame propaganda calça cocota calça cintura baixa flertar, paquerar dar mole oi, olá, como vai? e aê? cópia, imitação genérico curtir, zoar causar mamãe, posso ir? véiaaaa, fui!!! legal, bacana manero, irado mulher de vida fácil garota de programa legal o negócio xapado o bagúio pasta de dente creme dental cansaço estresse desculpe foi mal oi, tudo bem? e aê, belê? ficou chateada ficou bolada médico de senhoras ginéco superlegal irado primário e ginásio ensino fundamental preste atenção! se liga! por favor quebra essa recreio intervalo radinho de pilhas ipod manequim modelo e atriz retrato foto jardineira macacão mentira kaô saquei tô ligado entendeu? copiou? gafe mico fofoca, ti-ti-ti babado ha ha ha uhauhauhauha fotocópia Xerox brilho labial gloss bola ao cesto basquete folhinha calendário empregada doméstica secretária faxineira diarista vou verificar vou estar verificando madureza supletivo vidro fumê insulfilm posso te ligar? posso te add? tingir uma roupa customizar dar no pé, ir embora vazar embrulho pacote lycra stretch tristeza deprê beque zagueiro rádio patrulha viatura atlético sarado peituda siliconada professor de ginástica personal quadro negro board babosa aloe vera lepra hanseníase Ave Maria!!! Afffff!! caramba caraca namoro pegação laquê spray de montão pracarai! derrame AVC chapa dos pulmões raio-x sua bênção, papai "qualé", coroa? você tem certeza? ah! fala sério! banha gordura localizada alisamento chapinha buteco no fim do expediente happy hour costureira estilista negro afro-descendente professora tia, profe senhor tiozinho bunduda popozuda! Amorrrrrrr! Benhhêêêêê! desculpe, mas esta questão que você me submeteu é impossível de cumprir! nem fu....! olha o barulho! ó o auê aí ô! E ai mano véi, atualizô?Agora vaza geral aí pra galera atualizá também, tá ligado?Tem que tuliza faze um dunloidis ai pra nun ficar trazado nas coisas



